quarta-feira, maio 03, 2006

Quarteto infame


Outro dia o Horizonte recomendava a leitura de um interessante artigo de OLAVO DE CARVALHO sobre os verdadeiros senhores planetários e o seu projecto de governo mundial.

Comissão Trilateral, Grupo de Bilderberg, Council of Foreign Relations, etc., tudo designações sonantes de uma realidade tenebrosa que, à moda do príncipe da mentira, parece ter convencido o mundo de que não existe.

Certamente um dos mitos mais perfeitos desta gigantesca encenação é o da rivalidade entre capitalismo e comunismo, quando, na realidade, este é filho daquele. Foi o grande capital financeiro que financiou a revolução bolchevista, foi o país-modelo do capitalismo (EUA) que garantiu a sobrevivência e a expansão da União Soviética durante a II GM, foi a aliança plutocrático-marxista que soprou os famigerados "ventos" da história que expulsaram a Europa civilizadora de África e Ásia.

Um vigarista internacional como George Soros demonstra que não há nenhuma incompatibilidade entre a mais alta especulação financeira internacional, destas de arruinar moedas e países, e a promoção agressiva de uma agenda social de extrema-esquerda, que visa nada mais nada menos do que a completa destruição da Lei Natural.

A fotografia de família que aqui se mostra não está completa, já que falta o carniceiro caribenho patriarca destes cromos. Estas são as criaturas que na América - erradamente chamada - Latina estão a trabalhar pelo comunismo de nova roupagem, e de mãos dadas com o grande capital mundialista.

Válha-nos Deus!

2 Comments:

At 2:32 da tarde, Blogger carlos graff said...

" Foi o grande capital financeiro que financiou a revolução bolchevista,..."

Foi o Kaiser Guilherme II (em sintonia com o Estado Maior Imperial Alemão) que deu o dinheiro e os meios (até lhe pagou a viagem) a Valdimir Ilitch Ulianov para retornar à Rússia e formar um governo que retirasse a Rússia da guerra contra a Alemanha.

Os bolchviks cumpriram o prometido ao sentarem-se, a 3 de Março de 1918, em Brest-Litovsky e ao assinarem um acordo que pode ser considerado como humilhante para os russos.

Então posso concluir que as monarquias germânicas e austro-húngaras (impérios centrais) estavam "feitas" com o "grande capital".
É isso?

 
At 7:52 da tarde, Blogger Euro-Ultramarino said...

Não. Não creio que Alemanha e Áustria -- monarquias autênticas e cristãs -- estivessem feitas com o grande capital, entendendo-se "grande capital" aquele de tipo apátrida, comprometido com projectos de governo mundial. Este, sim, ajudou a construção da Rússia leninista e a sua manutenção por longas décadas, da mesma forma que, na actualidade, recheia os bolsos dos assassinos em Pequim.

 

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