sexta-feira, junho 09, 2006

10 de junho

10 de junho dia de Portugal. Dia de quem fundou a Nação; de quem a construiu, dilatou, defendeu, restaurou. E dia daqueles que por ela mourejaram a preceito, não mediram sacrifícios, entregaram a própria vida. Há quem diga que tudo isso é uma inutilidade, um disparate; outros há que disto fazem regra de vida. Realidade imorredoura; síntese do "ontem", do "hoje" e do "amanhã", sagrado património intergeracional - para estes; mero espaço geográfico, local de residência, negócios e negociatas - para aqueles.

Quanto a mim, fico com Salazar: a primeira realidade da ordem política é a existência independente da Nação, a cujos supremos objectivos devem estar subordinadas todas as pessoas individuais ou colectivas, elementos integrantes do organismo nacional.

Se, como dizia Renan, a existência de uma Nação é um "plebiscito quotidiano", afirmemos, pois, diariamente, o nosso sim à Portugal.

2 Comments:

At 10:12 da manhã, Blogger Camisa Azul said...

Só os ricos se podem dar ao luxo de não ter pátria.

 
At 5:39 da manhã, Blogger acja said...

Portugal Sempre e graças a Deus.

 

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