terça-feira, novembro 15, 2005

Uma nova Cruzada




Os distúrbios violentos que assolaram a França – outrora a filha mais velha da Igreja – e espalharam-se por países vizinhos constituem apenas uma amostra do que está por vir. Três ou quatro décadas de imigração-invasão – imivasão – e irresponsabilidade demagógica de governos comprometidos com o nefasto projecto mundialista de destruição das velhas nações e os resultados estão à vista dos que têm olhos e desejam ver. A criminosa abrilada ’74 ofereceu-me a “oportunidade” de viver em vários países. Escutei, aterrado, o juízo certeiro de Le Pen em França, comprovado, lamentavelmente, ao observar o triste espectáculo de dissolução da identidade, dos costumes, da segurança nas ruas de Paris. Em muitos anos londrinos fui testemunho da alteração etnográfica da velha Albion, onde, cruzar-se com um anglo-saxão é episódio raro – e onde o negro, majoritário, goza de todos os direitos e privilégios e faz questão de demonstrar o seu estatuto através do despeito e da agressão ao poucos brancos que ainda atrevem-se a permanecer naquelas plagas. É evidente que as poucas exceções confirmarão a regra. O “totalitarismo relativista” que se abateu sobre a nossa querida e sofrida Europa, velho centro irradiador de civilização, tem obrado de forma aterradora para transformar os povos autóctenes e matrizes de nações em rebanhos de cidadãos – às vezes nem isso – de terceira classe, tudo em benefício de outras raças e etnias. Manter o europeu sob a pressão permanente de dois “pesos” mal suportáveis: um sentimento de culpa histórico e colectivo, por conta do “colonialismo” (claro está: não se lhe chama “colonização” o salvar milhões da noite tribal) e da “escravidão” (praticada pelos próprios negros contra outros igualmente negros desde tempos imemoriais e por maometanos das costas africanas muito antes de ser “copiada” pelos malvados europeus), por um lado, e, por outro, a intimidação provocada pela possibilidade do “castigo exemplar” imposto pelo “politicamente correcto” (e escandalosamente falso) de um código penal que, à partida, condena qualquer comportamento de um branco como agressão racista. A ordem é uma só: dissolver a cultura europeia no multiculturalismo – jamaicano, nigeriano, paquistanês, turco, árabe ou chinês: todos variantes do tipo europeu. Bouillabaise ou Curry, Steak & Kidney Pie ou Muzongué, Sauerkraut ou Taboulé, tudo variantes do continente europeu, transformado em hospedaria para tudo o que seja não-europeu e/ou anti-europeu. Preparem as lanças, os escudos e os cavalos: uma nova Reconquista está na calha. E, ao contrário do que muitos podem supor, há quem esteja disposto a alinhar com ela – a ferro e fogo.

4 Comments:

At 10:33 da tarde, Blogger Rodrigo Nunes said...

Brilhante e inspirador!Sonho com o dia em que possamos iniciar a Reconquista e possamos fazer os traidores pagar bem caro.

 
At 10:38 da tarde, Blogger Nacionalista said...

Muito bom!

 
At 11:32 da tarde, Blogger alex said...

Pode ser raro cruzar-mo-nos com um anglo-saxão nas ruas de Londres....mas eles são particularmente abundantes em muitas paragens do Médio-Oriente.

eheheheh

Mais abundantes serão, muito provavelmente, dentro de algum tempo, também em Caracas, em Harare, em Cartum, em Teerão, em Damasco ou em Havana.

Parece-me um fenómeno de mera 'deslocalização' dos anglo-saxões.


A última 'Cruzada' já começou....só que tem a particularidade de ser Protestante, mais própriamente, de grupos muito 'específicos' de Protestantes.


Podemos não ter Ricardo Coração de leão ou Charles Martel, mas vamos tendo George W.Bush, Berlusconi, Blair...
É o que há.

De qualquer forma:
A ELES!!

 
At 2:07 da manhã, Blogger acja said...

Muito bom!O aplaudo de pé e com orgulho!

 

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