quarta-feira, outubro 05, 2005

O último Rei autêntico


A república não nasce a 5 de outubro de 1910, mas sim na traição de um príncipe português grão-mestre da maçonaria e financiado pelo imperialismo inglês. Nasce da derrota da Legitimidade e da Tradição encarnadas por el-Rey D. Miguel aclamado. Tudo o que veio a seguir é apenas o processo que, por etapas, levou Portugal da república coroada das monarquias de fantasia à república carbonária de cujo rosto caiu a máscara – caída no charco de sangue de um duplo e cobarde assassínio. Hoje, oferece-se aqui a homenagem a D. Miguel, D. Carlos e D. Luís Filipe.

6 Comments:

At 8:29 da manhã, Blogger Cabral-Mendes said...

Caro EURO-ULTRAMARINO: omo é seu apanágio, sempre atento à História!Não resisti a citá-lo e dar notícia do seu texto para o BLOG " Último Reduto" ( http://ultimoreduto.blogspot.com/).Ficou assim a notícia:

Permito-me igualmente transcrever aqui, com a devida vénia,um texto do "EURO-ULTRAMARINO" (http://euroultramarino.blogspot.com/) acerca desta vergonhosa data de 5 out 1910:

"A república não nasce a 5 de outubro de 1910, mas sim na traição de um príncipe português grão-mestre da maçonaria e financiado pelo imperialismo inglês. Nasce da derrota da Legitimidade e da Tradição encarnadas por el-Rey D. Miguel aclamado. Tudo o que veio a seguir é apenas o processo que, por etapas, levou Portugal da república coroada das monarquias de fantasia à república carbonária de cujo rosto caiu a máscara – caída no charco de sangue de um duplo e cobarde assassínio. Hoje, oferece-se aqui a homenagem a D. Miguel, D. Carlos e D. Luís Filipe. "

Nota: realmente já vi, nos escaparates da Bertrand, esta tese num livro agora acabado de publicar. Poderá ser de alguma maneira, uma mistificação da Maçonaria, mas que maçónicos ingleses, incluindo monárquicos (!)pretenderam derrubar a nossa Monarquia, tal está amplamente demonstrado no livro de que vos falo, cujo título é o seguinte: "Família real inglesa e Maçonaria na instauração da República em Portugal".

Transcrevo-vos a síntese da obra, a qual revela a eterna perfídia da "velha" Albion..."Poderia D. Manuel II, o último rei de Portugal, ter sido membro da Maçonaria - uma organização acusada de ligações ao homicídio de seu pai e de seu irmão e responsável pela queda do seu próprio Trono? Assim o sugere um bilhete-postal, posto a circular já depois da implantação da República, em que o Monarca é apresentado envergando paramentos maçónicos: balandrau ritual e avental de Aprendiz. Contudo, a verdadeira trama que permitiu ao estado-maior revolucionário pôr fim à Monarquia mais antiga do Continente Europeu ultrapassou em muito o jovem Monarca, envolvendo altos dignatários da Maçonaria inglesa, o Governo de Londres, o "lobby" liberal radical, poderosos homens de negócios com interesses na África portuguesa e dois membros da Família Real Britânica."
Enfim...a verdade vem sempre à superfície.."


Um Abraço, e parabéns pelas sempre belas imagens publicadas aqui no EURO-ULTRAMARINO!
Delfim Lourenço Mendes

 
At 11:18 da manhã, Blogger JSarto said...

Dom Miguel de Portugal, o mais Católico de todos os Reis, assim o cognominou o Papa Gregório XVI quando o recebeu no Vaticano e apresentou à população de Roma.

 
At 7:08 da tarde, Blogger Cabral-Mendes said...

Faz-me mal pensar como se pode comemorar o 5 de Outubro de 1910 quando, afinal, o que se celebra é a conspiração maçónica e o movimento da Carbonária, que esteve directamente envolvido no regicídio e na posterior perseguição à Igreja em geral e aos Católicos em particular, ao bom povo crente que vivia afastado das conspirações de Lisboa, a perseguição e expulsão das Ordens Religiosas, de Frades e de Monjas, encerramento e destruição de Conventos e respectivas obras de arte. Muita gente foi presa, milhares sem acusação e sem julgamento. Um regime que lançou Portugal na 1ª Guerra Mundial de modo perfeitamente gratuito.
A Monarquia constitui a essência da nossa História! A República apenas foi introduzida no nosso país pela violência e pela morte de muitos, sob a influência do Racionalismo surgido no final do século XVIII, com a Revolução Francesa e sobretudo por influência de Auguste Comte, um excêntrico que pretendeu estabelecer a “religião” da humanidade e o culto ao “Grande-Ser” para superar o catolicismo. Estamos a ver qual o grande movimento que está por detrás de tudo isto…

Esclarecedora a leitura da História de Portugal de Joaquim Veríssimo Serrão, especialmente os volumes XI e XII, e da "Nova História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, um maçon assumido, na qual "confessa" a perseguição de que foi alvo a população portuguesa nesse grande equívoco que foi a I República.
Veja-se igualmente a excelente tese de doutoramento, – “ A Guerra Religiosa na I República”, de Maria Lúcia de Brito Moura, Editorial Notícias, Out. 2004. Aí, de uma forma bem documentada, se relatam todos os horrores cometidos nessa época. Por vezes, quando revisitamos a História, sentimos que alguém nos enganou…

Um Abraço ao EURO-ULTRAMARINO, e boa-noite.
Delfim Lourenço Mendes, Lisboa.

 
At 3:29 da manhã, Blogger acja said...

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At 3:35 da manhã, Blogger acja said...

Concordo meu caro colega continetal, mas não seria a releza refém da Inglaterra a época?Creio q talvez o fato refutaria a ação.Lembrando q os carbonários eram maçons e como todo maçon é apátrio e amoral.Concordo especialmente a alusão indireta ao traidor Pedro brasileiro, um belo filho da puta, literalmente no caso.

 
At 7:23 da manhã, Blogger Cabral-Mendes said...

Concordo,acja. A nossa realeza seria de certo modo refém...

 

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