quinta-feira, janeiro 05, 2006

A Resposta Portuguesa - Capítulo II

"A Resposta Portuguesa

Conforme procurei demonstrar no capítulo anterior, devido ao neo-racismo, ao banditismo organizado e ao comunismo neo-imperialista, dificilmente existe hoje no mundo algum lugar onde não haja subversão latente, terrorismo ou guerrilha; seja nas florestas ou na mata virgem, em comunidades urbanas sofisticadas, ou nos meios de transporte -- que deveriam ter a função de aproximar a humanidade. Paradoxalmente, existem homens e organizações que se consideram a si próprios como líderes nacionais ou internacionais, que condenam o princípio do apartheid ao nível local, mas que trabalham para a criação de um apartheid ao nível mundial.

Quer dizer, estes homens estão a impor ao mundo o conceito da Europa para os europeus brancos, da África para os africanos negros e da Ásia para os asiáticos amarelos. Tal conceito indubitavelmente levará o mundo a uma catastrófica confrontação étnica.

Em outras palavras, no momento em que o mundo está infestado por subversão, terrorismo e guerrilha, o remédio proposto é o apartheid ao nível mundial.

É precisamente neste ponto que Portugal -- que tenho caracterizado como um estado euro-africano, como uma nação que não está em África mas também é África -- oferece ao mundo a sua própria solução, uma solução resultante da sua História, e que está agora a ser aperfeiçoada.

Esta solução baseia-se na harmonia entre homens de todas as raças, credos e culturas; uma solução multirracial, de completa liberdade religiosa e fusão de culturas. É uma solução de justiça, de igualdade de oportunidades, de ordem e progresso para todos.

É a solução praticada em todos os territórios portugueses -- no que eu chamaria de Espaço Português -- em todos os aspectos da vida. Acredito que seja esta a solução, não só para Portugal, mas para todo o mundo. De facto, se a solução portuguesa não é a certa, então pode ser que não exista solução alguma!

Creio, portanto, que a solução multirracial portuguesa, em vez de ser absurdamente combatida, deveria ser considerada como uma solução-piloto -- bem recebida, aprimorada e adaptada a cada caso particular.

A verdade é que os portugueses não são, ao contrário do que tem sido propalado por ignorância ou má-fé, retrógrados em relação aos ventos da História. Ao contrário: os portugueses estão bem à frente destes ventos.

A tragédia é que uma grande parte do mundo parece não ter ainda atingido o estágio de conhecimento ou maturidade necessário para compreender e aceitar aquilo que os portugueses já tentaram e testaram, e que agora lhe estão a oferecer -- certamente a única resposta para o mundo de amanhã.

Um problema incómodo que nós portugueses ainda temos de ultrapassar é o da descontinuidade territorial.

Contudo, o progresso técnico nos transportes praticamente já solucionou esta descontinuidade. Hoje, por exemplo, é mais demorado e menos confortável viajar de Lisboa à Bragança, uma distância de 143 kilómetros dentro do Portugal metropolitano, do que viajar os 2.237 kilómetros entre Lisboa e Luanda, em Angola. E o constante progresso da aviação, não apenas em termos de velocidade, mas também em termos de capacidade de carga e redução de custos, tornará cada vez mais desprezíveis as distâncias que separam os vários territórios portugueses.

Acredito, portanto, que a solução portuguesa oferece uma resposta ao problema social sob uma óptica nacional, e que o progresso nas comunicações eliminará o problema da descontinuidade territorial.

Restam ainda a Portugal dois outros factores condicionantes de política, nomeadamente os factores estratégico e económico.

Relativamente ao primeiro, a posse por Portugal de vastos territórios e extensas linhas costeiras no Atlântico Norte, Atlântico Sul e Oceano Índico, é claramente um factor de significativa importância estratégica.

Em relação ao segundo, a desintegração daquilo a que chamei Espaço Português, numa multitude de espaços mais pequenos, seria absurda e anacrónica, especialmente numa época na qual muitos outros, a começar pela Europa, tentam encontrar fórmulas viáveis de união económica.

A solução portuguesa, portanto, é baseada na sua resposta social, na resolução progressiva da descontinuidade territorial, nos seus interesses estratégicos e na sua unidade económica. Estes são os factores que estão na base do conceito de nação una que existe hoje em Portugal e que deve continuar a existir."

2 Comments:

At 10:31 da manhã, Blogger miazuria said...

Porque é que não se filia no BE?

Deve gostar do direito de antena do BE, em que se vê e ouve uns candidatos a "portugueses",(africanos invasores) os "tais" por quem nutre uma masoquista compaixão,a defender o direito à nacionalidade Portuguesa...
Estranho e misteriosos amores estes que levam a atracções contra-natura!

 
At 10:33 da manhã, Blogger miazuria said...

Você é cada vez mais "ultramarino" e menos euro.

Vá para o "ultramar" e deixe-nos em paz!

 

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