domingo, junho 25, 2006

Indústria pujante


Uma vista d'olhos pelo panorama bibliográfico sobre Salazar e o Estado Novo indica como é grande, pujante e lucrativa a indústria do "anti-fascismo". Que seria dos Rosas e Costas Pintos se Maria do Resgate não tivesse dado à luz o António?

4 Comments:

At 10:54 da manhã, Blogger Pedro Ferreira, Visconde de Cunhaú said...

Queria aqui deixar a minha indignação por um gesto de anti-portugalidade que eu assisti ontem. Sou cidadão português residente no Brasil e ontem fui ver o jogo aqui num bar na companhia de um amigo meu que está a passar férias aqui. Mal nos viram chegar equipados a rigor, os ignorantes dos brasileiros começaram a gritar Holanda,Holanda! O resto do jogo estiveram sempre a achincalhar a selecção das quinas e o Scolari. Evitámos bater bocas mas no final soube muito bem olhar para eles com um sorriso irónico, erguer os cachecois e cantar o hino nacional bem alto. Ressentimentos coloniais? Que ideia! E ainda há uns otários portugueses que torcem pelo Brasil!
A mim nunca me enganaram!
Desculpa o texto estar deslocado do post mas acho importante divulgar estas coisas.

 
At 3:42 da tarde, Blogger acja said...

Não sabia que a mã ede Salazar chamava-se Maria do Resgate, nome bastante apropriado.

 
At 9:33 da tarde, Blogger Euro-Ultramarino said...

Caro Visconde:

Caro Visconde:
Infelizmente, de algumas décadas a esta parte, os brasileiros buscam compensações psicológicas às suas frustrações vía a ridicularização daqueles que os deram à luz. Deixe-os estar. Fiquemos com os nossos ultramarinos - muitos ainda vivos -de todas as cores que bateram-se galhardamente para continuar portugueses.
Abr.

 
At 9:38 da tarde, Blogger Euro-Ultramarino said...

Caro Acja:

Um nome com algo de profético!

Abr.

 

Enviar um comentário

<< Home